A morte
Para uma morte há sempre uma desculpa.
Ou uma relutante insistência do injusto, do fora do tempo.
E de quando em quando abre-se uma lacuna...
e ficamos nos cantos, esperando que isto passe.
Não é a aceitação resignada como parece,
talvez seja suportar a ausência.
Eu penso o tempo todo nos dias e nas coisas que tenho que fazer
como se eu não fosse também morrer um dia.
E que todo o resto não fosse apenas histórias que irão sim acabar.
Tabu, tabu.
Morte é.
Não é metáfora.
Ou uma relutante insistência do injusto, do fora do tempo.
E de quando em quando abre-se uma lacuna...
e ficamos nos cantos, esperando que isto passe.
Não é a aceitação resignada como parece,
talvez seja suportar a ausência.
Eu penso o tempo todo nos dias e nas coisas que tenho que fazer
como se eu não fosse também morrer um dia.
E que todo o resto não fosse apenas histórias que irão sim acabar.
Tabu, tabu.
Morte é.
Não é metáfora.

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